Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

ESTUDIANTES É BRASIL NA LIBERTADORES

Duas torcidas - além de Estudiantes e Cruzeiro, obviamente - viveram esta final da Copa Libertadores de uma forma mais do que especial.Atleticanos e triperos estaram secando, com toda alma e coração, contra a gloria de seus eternos rivais.Mas perguntará toda a Galocura:" como joga esse time do Estudiantes?".

O pincharrata é um time inferior técnicamente ao Cruzeiro, mas tem bons valores para alegrar a metade alvinegra de Belo Horizonte. O goleiro, Mariano Andujár, é o goleiro titular da seleção nacional.Conquistou a posição devido a sua segurança e reflexos rápidos. A zaga é composta em uma linha de quatro.Christian Cellay é um lateral direito com caracteristícas defensivas. Ganhou a posição de titular, após a lesão do selecionavel, Marcos Angeleri. O lateral pela esquerda é German Ré.O ex-Newell's tem mais projeção ofensiva e travará um duelo durissímo com Jonathan, fato que poderá retrair os seus avanços ao ataque.A dupla de zaga é composta por Leandro Desabato e Rolando Schiavi. O ex-zagueiro do Grêmio foi contratado junto ao Newell's apenas para disputar as finais da Copa Libertadores, devido a lesão de Agustín Alayes, e claro, pela enorme experiência copera que tem Schiavi, lembrando que já disputou três finais de Libertadores, duas com o Boca e uma com o Grêmio.

Rodrigo Braña é o responsável pela recuperação da posse de bola no meio campo pincharrata. Travará um duelo chave com Wagner, onde poderá levar vantagem por sua impressionante disposição e eficiência nos desarmes. Além do craque Verón, que atua, hora como segundo volante, ora como meia centralizado, o meio-campo do Estudiantes conta com duas peças fundamentais: Enzo Peréz e Leandro Benitez. Enzo Perez atua bem aberto pela direita e terá a dura missão de frear as subidas de Marquinhos Paraná, pelo setor esquerdo do meio-campo cruzeirense. Já Chino Benitez é o segundo jogador mais talentosos do Estudiantes. O canhoto é o responsável pelas bolas paradas, e municiar o ataque pelo flanco esquerdo. Travará um duelo indigesto com Ramires.

A dupla de ataque é composta por La gata Fernandez e Mauro Boselli. Fernandez atua mais fora da área, saindo para tabelar com Benitez, Enzo Perez e Verón. Boselli é o típico camisa 9: trombador, raçuco e goleador. Fez os dois gols contra o Nacional e sonha em ser o artilheiro da competição, e assim, responder aos dirigentes do Boca Juniors, que o dispensaram na temporada passada.

As duas equipes já se enfrentaram nesta atual edição, com dois resultados atípicos: 3 a 0 para o Cruzeiro no Mineirão e 4 a 0 para o Estudiantes no Estádio Ciudad de La Plata. O técnico do Estudiantes, Alejandro Sabella, sabe o que é ser campeão da Libertadores. Fez parte do time tricampeão sulamericano no final dos anos 60, que tinha como craque e figura, nada mais, nada menos que Juan Ramon Verón,ou La Bruja, pai de Juan Sebastián.

O fato é que para o torcedor atleticano, mais do que nunca, o Estudiantes é Brasil na Libertadores.

D.T ALEJANDRO SABELLA

-------------------------------ANDUJAR------------------------------
----------------SCHIAVI-------------------------DESABATO------------
CELLAY----------------------------------------------------------G.RÉ
-------------------------------BRAÑA--------------------------------
---------E.PEREZ--------------VERÓN---------------------L.BENITEZ---
------------------G.FERNANDEZ------------BOSELLI--------------------

Felipe Bigliazzi

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

PARQUE PATRICIOS OU LINIERS

O título argentino ficará em Buenos Aires. Parque Patricios e Liniers, duelaram para saber qual é o bairro portenho da vez. O Vélez foi a Lanús e arrancou um empate com o conjunto granate, chegando a 37 pontos e eliminando o time do sul da Provincia de Buenos Aires. José Sand abriu o marcador para o Lanús e Hernan Rodrigo Lopez, de penalti, igualou para o Fortín. Ambos somam 11 gols neste Torneio Clausura, um tento a menos que os artilheiros do campeonato, que são: Bichi Fuertes, do Colón e Rolfi Montenegro, do Independiente.

O aclamado time do Huracán, recebeu o Arsenal de Sarandí e sapecou um sonoro 3 a 0, em pleno estádio Tomás Adolfo Ducó. Com o resultado o time de Parque Patricios chegou a liderança do Clausura, com 38 pontos. Os comandados de Angél Cappa dependendem de um empate na última rodadafrente ao Vélez, no José Amalfitani, para dar a volta olímpica. Seria um feito histórico para o seu presidente, Carlos Babignton, que tirou o Huracán da segunda divisão, e após duas temporadas, pode sagrar-se campeão da primeira divisão. Lembrando que Babington como jogador, fez parte do unico título do Globo de Parque Patricios na primeira divisão. Comandado por Cesar Luis Menotti, o Huracán de 1973 marcou época no futebol argentino e serviu como base da seleção nacional de 78, que como todos sabem, conquistou o primeiro titulo mundial da Argentina. Além de Babignton, aquele time contava com Loco Houseman, Coco Basile e Miguel Angel Brindisi.

Não foram só glorias que marcaram esta décima sétima rodada do Torneio Clausura. Com o Gimnasia de Jujuy já rebaixado, o San Martín de Tucumán e o Gimnasia de La Plata, chegaram a esta penúltima rodada com chances reais de descenso direto. No entanto, os dois venceram, adiando a definição. O San Martín foi a Rosário e venceu o Newell's por 1 a 0. Já o Gimnasia de La Plata foi a La Bombonera e venceu o Boca, por 2 a 1. Com o resultado, o lobo platense necessita de apenas um empate para fugir do rebaixamento direto, e assim garantir o direito de jogar, a não menos temida promoción.

Daqui a 15 dias - a rodada foi adiada, devido as eleições legislativas da Argentina, que ocorrerá no próximo domingo - saberemos se a festa será em Liniers ou Parque Patricios.

Felipe Bigliazzi

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

A FESTA FUNEBRERA DA METADE AZUL DE TUCUMÁN

En meio ao preocupante momento futebolístico da seleção nacional, duas torcidas argentinas estão em festa. Na verdade, a cidade de San Martín - região metropolitana de Buenos Aires - e a metade azul de Tucumán é que estão em festa.

San Martín esta de festa pois o Chacarita Juniors está de volta a primeira divisão nacional, após cinco temporadas de ausência. O funebrero - como é conhecido por ter o nome do bairro do mais famoso cemitério da cidade de Buenos Aires - assegurou a segunda vaga direta para a primeira divisão após vencer o Platense. O gol histórico foi marcado pelo zagueiro Mariano Echeverría, nada mais, nada menos, que no último minuto de jogo.Merecido regresso para um dos quinze campeões nacionais que tem o futebol argentino.O tricolor assegurou pelo menos o vice-campeonato na Nacional B - equivalente a segunda divisão - com 68 pontos. Foram 19 vitórias, 11 empates e 6 derrotas.

A metade azul de Tucumán também está de festa, pois o Atlético local conquistou o acesso a primeira divisão. E o sonho não poderia ter sido alcançado em melhor hora, já que seu eterno rival- o San Martín, que representa a metade vermelha da Província de Tucumán - está prestes a descender para a B Nacional.Este acesso a primeira divisão coroa o renascimento deste tradicional clube do interior argentino, que a três temporadas disputava o modestissímo torneio Argentino A - quarta divisão, disputado pelos times do interior do país - chega a máxima categoria do futebol argentino, com dois acessos seguidos - campeão do Argentino A na temporada 2007/2008 e pelo menos vice da atual Nacional B.

O Decano - como é conhecido o Atlético de Tucumán por ter sido o primeiro clube de futebol da Provincía e o primeiro campeão local - conquistou o acesso após vencer o Talleres, em Cordobá, por 4 a 1. Os gols albicelestes foram marcados por Juan Pablo Pereyra, Luis Rodríguez, Juan Manuel Azconzabal e Cesar Montiglio. O Atlético Tucumán chegou aos 71 pontos, em 20 vitórias, 11 empates e 5 derrotas.

Faltando duas rodadas, fica faltando saber qual dois dois será o campeão, além das duas vagas restantes no Promedio - o terceiro e quarto da média das últimas três temporadas, terão direito a um play - off com dois times da primeira divisão - e por suposto, dos dois pobres rebaixados.

Felipe Bigliazzi

DIEGO ARMANDO

Público e crítica, podem se queixar da filosofia de jogo da seleção de Dunga, mas uma coisa é certa: O time de Dunga sabe a que joga. Com uma linha de quatro defensores e um meio campo mais do que combativo, o Brasil da era Dunga, aposta sempre em seus mortais contra-ataques puxados por Kaka, Elano e Robinho. Já a seleção de Diego Armando Maradona, esta mais do que perdida. Sem um esquema tático definido e com sérias carências em algumas posições, a seleção argentina é um enorme ponto de interrogação. Nem a vitória frente a Colômbia esconde estes fatos.

No último sábado, Maradona apostou por uma linha defensiva com 3 marcadores. Demichelis na sobra, Heinze pela esquerda e Cata Diaz a direita. Foi a terceira vez em seu ciclo que Maradona escalou a seleção argentina com 3 zagueiros - foi assim contra a Venezuela e no amistoso frente ao Panamá. Contra a seleção cafeteira a zaga não teve grandes inconvenientes, controlando bem a Radamel Falcão e Renteria. Lembrando também que esta é a dupla do pior ataque das eliminatórias.

O meio campo foi o principal problema albiceste. Mascherano ficou sozinho afrente da zaga e, talvéz por isso, tenha levado o seu terceiro cartão amarelo. Este que o impedirá de enfrentar o Equador em Quito, na próxima quarta-feira. Gago foi encarregado de marcar a Marín. Fugindo um pouco de suas caracteristicas de volante central, a atuação do meia do Real Madri foi abaixo da crítica. No segundo tempo, com a entrada de Javier Zanetti, o problema foi contornado e assim Marín não trouxe mais perigo. Pela esquerda, bem aberto, Jonás Gutierréz tratou de acompanhar a Zuniga, travando um duelo equilibrado com o ex- Atlético Nacional de Medellin.

Sobrou para Verón, o duro trabalho de abastecer o talentosos e pouco participativo ataque argentino. Com os relatados problemas no meio-campo, Verón teve que retroceder alguns metros, batendo de frente com a dura dupla de volantes colombiana, formada por Vargas e Guarín.Assim, La brujita pouco pode produzir, gerando mais discussões enquanto ao sucessor de Riquelme, neste escasso posto de "enganche".

O ataque, batizado de los tres bajitos, pela imprensa argentina, não funcionou. Tevez lutou mas foi controlado pelo bom lateral-direito colombiano, Perea. Messi não foi nem sombra do craque do Barcelona, e ainda teve que acompanhar - correndo bem discretamente - ao palmeirense Armero em suas subidas ao ataque. Agüero saiu lesionado ainda no primeiro tempo, subistituido por Diego Milito. O ex-Racing, assim como Agüero, pouco produziu, facilitando o trabalho do miolo de zaga cafeteiro.

O fator positivo, claro, além da vitória, foi a atuação de Mariano Andujár. O novo arquero da seleção mostrou todo seu repertório, em uma atuação mais do que segura. voltará Carizzo?. eis a questão.

Quarta-feira promete ser um dia duro para a Argentina. O fantasma da altitude e o bom time equatoriano poderão dar outra lição aos comandados de Maradona, este que já confirmou que voltará a atuar com linha de 4 defensores. Fica a interrogante,Diego seguirá Armando...o time ou das suas?. veremos

D.T DIEGO ARMANDO MARADONA 3-3-1-3
-----------------------------ANDÚJAR-----------------------------
----------------------------DEMICHELIS---------------------------
---------------CATA DIAZ----------------------HEINZE-------------
----------------------------MASCHERANO---------------------------
---------------GAGO--------------------------J.GUTIERREZ---------
------MESSI-------------------VERÓN-----------------------TEVÉZ--
------------------------------AGÜERO-----------------------------

D.T EDUARDO LARA 4-4-2
----------------------------OSPINA-------------------------------
------------------ZAPATA----------------YEPES--------------------
PEREA------------------------------------------------------ARMERO
-----------------VARGAS-----------------GUARÍN-------------------
-------ZUNIGA-------------------------------------MARÍN----------
-----------------FALCÃO----------------RENTERIA------------------

FELIPE BIGLIAZZI

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

DE TRÊS EM TRÊS

Os números se converteram ao longo das décadas em um dos grandes vilões da vida moderna. Seguindo a onda dos númerólogos escolhemos um número, afim de representar está décima sexta rodada do torneio Clausura argentino:eis, que nos surge o três.

Três, porque são os times que ainda brigam pelo título argentino:Lanús, Vélez Sarsfield e Huracán. O Lanús bateu ao San Lorenzo, em jogo polêmico, por 2 a 1. Já o Vélez foi a Jujuy e bateu o Gimnasia por 1 a 0, com gol do mais novo titular, Jonathan Cristaldo.Com o resultado, o lobo jujenho se transformou no primeiro time rebaixado para a Primera B Nacional - equivalente a segunda divisão argentina - na proxima temporada. O Huracán abriu a rodada vencendo de virada ao Banfield por 2 a 1. Destaque para a torcida quemera que lotou o Palacio Ducó, com quase vinte cinco mil almas.

Três, também são os times que ainda lutam para manter a categoria, evitando assim a companhia do Gimnasia de Jujuy na Primera B Nacional da próxima temporada, são eles: San Martín de Tucumán, Gimnasia La Plata e Rosario Central. O santo tucumano foi a La Bombonera e voltou para o norte argentino com um sonoro 3 a 0 na mala. Com o resultado, os comandados de Carlos Roldán, seguem na penúltima colocação do promedio com a média de 1,057.Já o Gimnasia La Plata, recebeu o Racing Club no Bosque platense, não conseguindo sair do zero com a Academia de Avellaneda. Os comandados de Madelón seguem na décima oitva posição no promedio com 1,126. O Rosario Central foi a Parque Patricios e acabou sendo vitima de Rolfi Montenegro. O meia-atacante foi determinante na vitória do Independiente por 3 a 1 frente ao canalla.O time de Rosário soma 1,144 na média que define as equipes que jogaram a temida promoción.

Com os gols do último sábado, Montenegro chegou ao décimo segundo tento no torneio, sendo assim, o máximo artilheiro do certame. Jose Sand, do Lanús, Carlos Luna , do Tigre, e Bichi Fuertes do Colón, somam 10 festejos neste Torneo Clausura.

Três, porque são as rodadas que faltam para o fim da temporada, mas agora os "hinchas" argentinos vestiram a mesma camiseta, pois o Torneio Clausura volta apenas daqui a duas semana, após a decisiva rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo. A seleção de todos os argentinos enfrenta a Colombia no Monumental, e vai a Quito enfrentar o duro Equador.

de três em três, a vida continua...

Felipe Bigliazzi

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

PARA QUE, E PARA QUEM

Para que, e para quem, serviria um amistoso contra o Panamá, interrogariam os mais racionais torcedores argentinos. A resposta é simples e clara: para os torcedores de Santa Fé, que sempre assistiram os jogos do selecionado nacional pela TV- já que o Monumental tornou-se a casa "vitalícia" da AFA, após o título do mundial de 78-.Serviria para os jogadores do futebol doméstico, que poderiam mostrar serviço para Maradona em um amistoso oficial.Quizá para a televisão, que como sempre, obtem ibobe - rating como eles dizem na Argentina - altissímo com os jogos da seleção albi-celeste.

Dentro de campo, algumas questões interessantes podemos observar.Começemos pelo esquema tático. Maradona escolheu o 3-5-2 como base para a sua seleção local. O goleiro foi Diego Pozo. O guardametas do Colón mostrou algumas inseguranças e dificilmente terá espaço em futuras convocações. A zaga foi composta por Alexis Ferrero - que deixou poucas saudades na torcida botafoguense-, do Colón, pela direita, Nicolás Otamendi, do Vélez, pela esquerda e Matias Caruzzo, do Argentinos Juniors, como líbero. Dos três, podemos destacar a atuação segura de Otamendi, que deverá aparecer em futuras convocações de Maradona.

O meio campo argentino foi arquitetado por uma dupla de volantes centrais: Rinaldo, do Gimnasia La Plata, e Bernardello do Newell's. Destaque para Rinaldo que foi o responsável pela saída de bola albi-celeste, mostrando bom fundamento de passe e inteligência para controlar o ritmo do time. Pelos lados do campo, dois jogadores leves e habilidosos: Eduardo Salvio, do Lanús, que atuou bem aberto pelo lado direito, e Matias Defederico, do Huracán, que fugindo de sua posição habitual, apareceu pelo lado esquerdo, travando um duelo interessante com o lateral panamenho, Moreno.

O meia de ligação - ou enganche como eles dizem por lá - escalado por Maradona, foi Rolfi Montenegro. O jogador do Independiente, levava nas costas algumas convocações pelas eliminatórias. A sua maior experiência o fez carregar no braço, neste jogo, a faixa de capitão. Destaque para a sua atuação no segundo tempo e o passe riquelmeano para Bergessio, que resultou no terceiro gol argentino. A dupla de ataque foi formada por Gonzalo Bergessio, do San Lorenzo, e José "Pepe" Sand, do Lanús. Aliás, Bergessio foi o craque da noite, anotando dois do três gols argentinos, mostrando um ótimo repertório que pode lhe valer futuras convocações para as Eliminatórias.

No segundo tempo Maradona fez 7 substituições. Campestrini, do Arsenal, assumiu a meta. Ignacio Canuto, do Argentinos Juniors, entrou na zaga pela direita, no lugar de Ferrero. Sebastián Prediger, do Colón, e Zuculini, do Racing, entraram no lugar de Rinaldo e Bernardello. Sebastián Blanco do Lanús, ingressou no lugar de seu companheiro de clube, Salvio, pelo lado direito do meio- campo, enquanto Emiliano Papa, assumiu a posição de Deferico, pelo setor esquerdo. A torcida local pode ainda desfrutar de Bichi Fuertes, grande ídolo sabalero, que entrou no final do jogo, no lugar de Sand.

A vitória de 3 a 1 pouco importou. As questões decididamente importantes, deverão ser respondidas daqui a uma semana, quando Maradona divulgar a lista dos convocados para os jogos pelas Eliminatórias - rodada dupla, dias 6 e 10 de Junho - onde saberemos, de fato, para que, e para quem, serviu este amistoso frente ao Panamá.

D.T DIEGO ARMANDO MARADONA
-----------------------------POZO----------------------------------
---------------------------CARUZZO--------------------------------
------------FERRERO----------------------------OTAMENDI------------
------------------BERNARDELLO-------RINALDO------------------------
SALVIO---------------------------------------------------DEFEDERICO
-------------------------MONTENEGRO--------------------------------
--------------BERGESSIO------------------SAND----------------------

Felipe Bigliazzi

Domingo, 17 de Maio de 2009

FESTA ITALIANA

Buenos Aires, definitivamente, é uma das cidades mais italianas fora da velha bota. No âmbito futebolístico, possui famosos representantes de sua coletividade: Boca Juniors, Vélez Sarsfield e o azzuro, sim, o humilde Sportivo Italiano. O conjunto que tem o seu novo estádio em plena autopista Riccheri- primeiro estádio avistado pelos turistas quando saem do Aeroporto Internacional de Ezeiza - esta de festa. Após onze anos, a equipe comandada por Oscar Blanco esta de volta a Nacional B -segunda divisão argentina - .O título do Torneio Primera B Metropolitana - equivalente a terceira divisão - veio neste sábado, após o triundo de 2 a 1 frente ao Flandria.

O time, que hoje desfrutou de um bom almoço da mamma regado a pasta e vinho, levou o campeonato após 38 jogos, onde venceu em 19 oportunidades, sendo batido em apenas 3 encontros.Agora resta saber quem o acompanhará na próxima temporada do torneio Nacional B. O mais forte candidato é o Nueva Chicago. O time de Mataderos leva 4 pontos de vantagem sobre o Colegiales - terceiro colocado- faltando duas rodadas para o término do torneio. Mas importante mesmo é que hoje a festa é italiana.

Felipe Bigliazzi